quinta-feira, 17 de julho de 2014

Nascimento do Miguel - Relato de uma desnecesária

Nem acredito que finalmente comecei a escrever esse relato, digo isso porque por muito tempo isso foi impossível tamanha dor que sentia em lembrar desse momento. Acredito que as feridas estejam finalmente cicatrizadas. Hoje sou grata pela experiência, por tudo que aprendi e vivi, pois não acredito em coincidências. Não, não é conformismo, é apenas aceitação para seguir em frente. 
Tudo começou com um problema hormonal que me fez freqüentar o gineco mais do que gostaria, estava produzindo prolactina sem estar grávida e precisei fazer um tratamento de dois meses para normalizar tudo. Na última vez que foi naquele ginecologista levar os exames e constatar que tudo estava normal ele me perguntou se estava pensando em engravidar, isso eram meados de abril. Eu respondi que sim, pretendia, mas mais no final do ano (estava pensando em engravidar lá por dezembro). Então ele me aconselhou a parar de tomar o anticoncepcional e três meses antes de engravidar começar a tomar ácido fólico, ele me deu uma amostra grátis. Na verdade já tinha parado com o anticoncepcional por causa do problema hormonal.
Eu e meu esposo conversamos e como tinha tomado anticoncepcional por 10 anos ininterruptos achei que iria demorar bastante para engravidar. Comecei a tomar o ácido fólico e paramos de nos cuidar, paralelamente a isso conversava muito com uma grande amiga/irmã e doula que me ajudou muito em todos os períodos dessa jornada. Mudei a alimentação com as dicas que recebi e comecei aos poucos a me preparar para engravidar.
Após uns quatro meses, quando finalmente minha menstruação atrasou tive a certeza de que estava grávida, toquei em meus seios e já estava produzindo leite novamente. Minha menstruação deveria descer na sexta-feira e eu só consegui esperar até a próxima quarta, quando fiz um exame de sangue e comprovei que estava grávida. Descobri que estava grávida com apenas 5 semanas de gestação. Era muita felicidade finalmente estar esperando um bebê.
Começou a saga de procurar um obstetra minimamente humanizado em Pelotas/RS. Não quis voltar ao que fez o tratamento hormonal, pois este estava prestes a se aposentar. Precisava de um médico de confiança e que atendesse em um hospital, afinal até aqui achei que iria ganhar pelo SUS.
Algumas amigas haviam me indicado um médico que atendia na Santa Casa, dizendo que ele era muito acessível e super atencioso, então foi nele que eu fui. Nós nos agradamos muito dele, nos explicava tudo direitinho e mesmo pelo SUS ficava mais de uma hr com a gente tirando todas as dúvidas.
Deixa eu esclarecer uma coisa: não existem médicos assumidamente humanizados na cidade e esse foi indicado por ser realmente atencioso, já que aqui até médicos realmente interessados é difícil de achar.
Continuando, gostamos muito do médico apesar de não ser o que a gente de fato sonhava, pois queríamos mesmo era um profissional que fizesse parto humanizado e domiciliar, chegamos a conversar com ele sobre isso e ele logo descartou a ideia. Nossa incrível como o medo não deixa as pessoas irem em frente. Os médicos têm medo de parto domiciliar, pois isso se resume a eles em: se acontecer algo não vai dar tempo de chegar no hospital.
Como gostamos muito do médico resolvemos garantir que ele estivesse presente no parto através do PAC (um plano pago feito na Santa Casa, um particular mais barato que garante leito, quarto semi-privativo e os honorários do médico da escolha do paciente).
Conversando sobre o parto o médico nos disse que podia fazer o leboyer que garantia um parto mais humanizado sem intervenções mesmo que no hospital. Ficamos muito felizes por tudo estar se encaminhando da melhor forma possível.
Com três meses de gestação, passado o período de riscos de aborto, resolvi fazer hidroginástica para ajudar o meu corpo, pois antes disso era muito sedentária e engravidei uns 10kg acima do meu peso ideal. Estávamos também com um grupo de gestantes juntamente com a minha doula, era maravilhoso trocar informações e compartilhar com todas aquelas poucas mamães que freqüentavam o grupo.
Considero que minha gestação foi tranqüila, passando por momentos de estresse: escolher largar um dos trabalhos (já que estava muito cansativo continuar com os dois), construir a nossa casa e ter que lidar com pedreiros desonestos, açúcar um pouco elevado mais para o final da gestação tendo que fazer dieta e por fim mas não menos importante ser abandonada pelo obstetra na 35º semana de gestação.
Aprofundando um pouco essa questão: quando estava com 35 semanas meu obstetra comunicou ao grupo de gestantes que ele acompanhava que estava indo embora de Pelotas por motivos pessoais e profissionais. Ele indicou dois médicos do mesmo hospital que ele confiava, se despediu e nos deixou. Confesso que esse foi um momento bem tenso pra mim, fiquei muito chateada e me sentindo desamparada.
Bom, finalmente conhecemos o nosso novo médico e graças a Deus nos entendemos bem com ele, era um médico jovem e nos deixou bem a vontade para fazer tudo que tínhamos combinado com o médico anterior. Então mais aliviados seguimos em frente.
Final de gestação chegando, livros lidos, experiências trocadas em grupos presenciais e virtuais, filmes assistidos, exercícios feitos, mudança feita, todos os problemas estavam resolvidos então começou o período de ansiedade.
Já com 39 semanas na consulta semanal de rotina e com um dedo de dilatação, conversando com o médico decidimos fazer um leve descolamento para encaminhar o trabalho de parto, hoje sei que foi cedo demais para isso, mas naquele momento jamais achei que isso talvez pudesse me prejudicar, já hoje tenho minhas duvidas. Essa consulta aconteceu em uma segunda-feira.
Na quinta-feira passei o dia inteiro tendo contrações indolores, no final do dia fui ver o médico ele me examinou e disse que estava tudo certo e que ainda não estava de fato em trabalho de parto, continuava com um dedo de dilatação. Voltei para casa e a noite comecei a perder o tampão.
Na sexta-feira acordei umas 8h e fui tomar café, então comecei a ter contrações já com alguma dor, bem espaçadas, tanto que nem consegui terminar de comer. Minha mãe veio ficar comigo e eu fiquei monitorando. Perto do meio dia quando meu companheiro veio almoçar resolvemos ir ao hospital, pois as dores estavam cada vez mais fortes e em um espaço de tempo menor. Passamos na casa da doula para ela ir junto e ligamos para o médico nos encontrar no hospital.
Chegamos e ele constatou que eu estava com quase dois dedos de dilatação e disse que se eu quisesse podia já ficar internada, eu aceitei. Hoje acredito que deveria ter voltado para casa, mesmo morando longe jamais deveria ter passado tantas horas em trabalho de parto no hospital.
Meu esposo fez a internação e as dores foram se intensificando. Já no inicio da tarde o médico me examinou novamente e estava com três dedos, foi à última evolução da minha dilatação. Passei a tarde toda com muitas dores caminhando pelos corredores do hospital recebendo olhares apavorados de enfermeiras, pacientes, por causa de meus gritos, todas falavam: “coitada ta morrendo de dor”. Quando entrava para o quarto que estava internada era bem pior, pois minha colega de quarto já tinha ganhado bebê e eu não conseguia nem me entregar ao momento pensando que os gritos podiam assustar a menina que tinha acabado de chegar ao mundo. Então me encerrava no banheiro, onde passei mais da metade do trabalho de parto, para ter um pouco mais de privacidade, mesmo assim não mergulhei na partolândia, algo me impedia! Como produzir ocitocina em um ambiente tão hostil, frio e cercada por tantos julgamentos?
Nada do que planejei aconteceu! Achei que chegaria no hospital, ficaria em um quarto sozinha com meu companheiro e minha doula, colocaria as músicas que selecionei com tanto amor para a chegada de meu filho, enfim, pensei que teria tranqüilidade!
Não contava com a realidade do sistema e fui bem ingênua em acreditar que seria fácil controlar o lado psicológico e simplesmente viver o momento mais esperado da minha vida em harmonia independente de onde estivesse.
Ao longo da tarde as contrações só aumentavam e o tempo entre elas só diminuía e a cada exame de toque o desespero, nada de sair dos 3 dedos!
Quando chegou no final da tarde, umas 19h meu médico me chamou para mais um exame, levei um bom tempo para me deslocar do quarto até a sala dele, pois estava com muita dor, mal caminhava, dava dois passos e vinha uma contração. Já estava com um sentimento ruim, querendo que tudo aquilo acabasse logo. Minha doula sugeria posições e coisas para fazer, mas não havia mais força física e nem emocional para nada.
Chegando na sala, com muita dor, já sem liquido da bolsa, que fui perdendo ao longo do trabalho de parto, fiz mais um exame de toque e pasmem: 3 dedos de dilatação! Quando o médico me disse eu tinha vontade de berrar de desespero, só não o fiz, pois não tinha forças para isso.
Foi então que o médico, com ar de preocupação me disse: olha Vanessa, você está há horas em trabalho de parto e não evolui sua dilatação, o meu medo é que continues com essa dor toda a noite e amanhã pela manhã eu te examine e você continue com 3 dedos. Estou indo para casa tomar um banho e daqui a uma hora estou de volta, conversa com seu marido e decide se queres continuar esse trabalho de parto ou podemos fazer uma cesárea e acabar logo com isso.
Então naquele momento eu tive a certeza de que nada mais daria certo e que meu sonho tinha ido por “água a baixo”.
O médico retornou ao hospital por volta das 20h e quando me examinou eu continuava com 3 dedos, porém com a dor ainda mais intensificada. Não sei ao certo de quanto em quanto tempo, mas minhas contrações estavam muito seguidas e eu tão cansada e já muito triste. Foi então que tomei a decisão mais difícil da minha vida: fazer à cesárea!
Fui para o bloco cirúrgico com muitas contrações, custaram a conseguir me aplicar a anestesia e às 21h em ponto meu filho Miguel nasceu, enquanto eu estava amarrada de braços abertos, com um lençol azul na minha frente, meu esposo estava comigo assistindo a tudo. Me levaram ele por segundos para eu o conhecer, um lindo menino cabeludo, pesando 3,530 e medindo 50 cm, a cara do pai. Depois disso ele e meu esposo saíram da sala e eu fiquei lá enquanto me costuravam, me senti sozinha, desamparada, só queria estar ao lado de meus dois amores.
Não lembro de muita coisa desse instante, só que acordei em uma sala de recuperação com várias pessoas estranhas, sim no hospital que estava não existe sala de recuperação separada para quem teve bebê, é junto com todas as outras pessoas do hospital. Então me informaram que eu só sairia de lá quando conseguisse levantar o bumbum da cama sozinha. Foi o que eu fiquei tentando fazer incansavelmente. Meu esposo passou por lá, foi me dar notícias do Miguel que tudo estava bem e que ele estava calminho, o que me deixou mais tranqüila, e logo se foi a meu pedido para ficar com nosso filho.
Por volta de 23h, sim eu fiquei apenas 2h30 na recuperação, tamanha a minha vontade de estar com meu filho, finalmente me mandaram para o quarto. Quando cheguei ele estava calminho no colo da minha irmã e eu desesperada para tê-lo em meus braços. Já ao meu lado, pois eu não podia me levantar por causa da cirurgia, ele foi direto para o peito e ficou mamando por pelo menos duas horas sem parar, claro que cochilando em alguns momentos, mas sem sair do peito. E ali ficamos lado a lado por toda a noite.

Pós parto, ainda mais desafiador!

Como se não bastasse passar por uma cesárea desnecessária, ainda enfrentei um pós-operatório ainda mais desafiador e não poderia deixar de relatar, pois ele é parte fundamental do processo.
O Miguel nasceu numa sexta-feira à noite e na segunda recebi alta. Em casa, porem muito debilitada, barriga grande ainda, cor da pele amarelada e com muitas dificuldades de movimento. Sem falar na dor de cabeça insuportável da anestesia, sim foram as piores dores de cabeça que já senti na minha vida. Isso que na adolescência sofri bastante de enxaqueca, mas nada se compara, só quem já teve sabe como é.
Sem poder cuidar direito do meu filho, pois o médico indicou para a dor de cabeça, ficar o máximo de tempo deitada possível, a semana foi passando e as sensações que deveriam ir se amenizando pareciam só piorar. Inclusive por duas vezes notei um sangramento pequeno vindo da cicatriz, mas considerei normal. Achei que era assim mesmo, afinal sabia como era um pós-operatório, não era a primeira cirurgia da minha vida.
Então na outra sexta-feira, uma semana depois do nascimento do meu filho me deitei à tarde com ele para descansar e quando acordei estava sangrando muito pela cicatriz, ai o susto foi maior. Chamei meu companheiro, já apavorada e ligamos para o médico que pediu para que eu fosse ao hospital imediatamente.
Liguei para minha mãe vir ficar com o Miguel e fomos ao hospital achando que fosse algo simples e corriqueiro. Esperamos um pouco a chegada do médico e quando ele examinou, já com uma cara meio preocupada nos apontou o diagnóstico: hematoma de parede. E o procedimento? Retirar os pontos e com uma seringa furar os coágulos já formados para poder colocar todo aquele sangue para fora! Nossa, nem tenho palavras para descrever a dor. Pior do que a dor foi a notícia que ele nos deu: eu teria que ficar internada até todo aquele sangue parado sair de dentro de mim!
Não preciso dizer que o desespero bateu nessa hora, tantas coisas passando pela minha cabeça! E meu filho, não consegui dar a ele o parto que gostaria e agora teria que privá-lo da minha presença e amamentação? Já não bastava ter passado por todo o resto, estar sofrendo e me culpando horrores por tudo o que tinha acontecido, mais isso? Fui tomada por uma carga de sentimentos ruins que acabaram só piorando todo o processo.
Conversamos com o médico e ele conseguiu um quarto privativo e disse que eu poderia trazer o Miguel para ficar comigo, o que me deixou bem aliviada, pelo menos não ficaria longe do meu anjinho e se não fosse isso não sei o que seria de mim. E foi só por isso que eu não quis morrer. De fato não sei o que estava doendo mais, o corpo ou a alma. Estava dilacerada!
Foram cinco dias intermináveis naquele hospital, fazendo curativos de três a quatro vezes por dia. Era muito dolorido, pois todas as vezes que iam fazer precisavam apertar muito e tirar todo sangue possível, lavar e depois fazer o curativo. Além disso, tive que receber duas bolsas de sangue, pois perdi muito sangue e precisava repor.
Paralelamente a isso tinha muita dor para amamentar, bicos rachados e acredito que pelo organismo estar fraco e debilitado não cicatrizavam nunca as mamas, não importava o que eu fizesse, sim eu fiz de tudo! Usei horrores de pomadas e cascas de frutas, tudo que me indicavam eu fazia, tamanho desespero, mas não desisti. E as mamas só pararam de doer praticamente quando me recuperei da cesárea, quando o Miguel já estava com uns três meses.
Quando faziam cinco dias de internação, apesar das enfermeiras me dizerem que eu ia ficar no mínimo uns dez no hospital, meu médico me deu alta. Eu estava com o corte aberto e deveria continuar fazendo os curativos em casa e esperar que o ferimento cicatrizasse de dentro para fora e por isso não podia costurar. O medico ensinou minha mãe e meu companheiro como deveriam fazer o curativo e mandou eu ir para casa, pois me disse que estaria mais segura de infecções e mais tranqüila emocionalmente no meu lar. Fiquei feliz em poder ir para casa e durante os primeiros dias o médico ia lá para me visitar e verificar se estava tudo certo. Nos atendia por telefone sempre que precisávamos também.
As primeiras semanas foram mais difíceis, mas depois eu fui melhorando, o corte foi fechando, camada por camada. Se passaram quase uns dois meses nessa função e lentamente ia ficando melhor também emocionalmente. Aceitando o que tinha acontecido, tentando tirar as lições e aprendizados daquela experiência toda.
Porem apesar de tudo estar bem melhor o corte de fato não fechava de vez e meu esposo notou que estava ficando torto, pois o peso da barriga fez com que a parte de cima não fosse de encontro com a parte de baixo do jeito que deveria. E então depois de algumas semanas sem falar com o médico resolvemos ligar e ele marcou para irmos vê-lo, ele queria verificar a situação.
Chegando ao hospital o médico olha o corte e me dá mais uma notícia, teria que fazer um pequeno corte superficial com anestesia local para que ele pudesse costurar ligando os dois pontos que estavam desencontrados. Procedimento esse que ele faria e eu só teria que passar por observação de umas duas horas e iria para casa no mesmo dia. Marcamos a data para os próximos dias e lá fui eu mais uma vez pra faca!
No dia deixamos o Miguel na minha mãe, nunca vou esquecer que levei até leite artificial, pois ele ainda mamava de quatro em quatro horas e eu não sabia quanto tempo demoraria para voltar. Ele me esperou das 8h até as 13h, praticamente ficou todo tempo dormindo. Antes de sair falei para ele que ia demorar, mas que vinha logo ficar com ele. Cheguei na mãe e ainda consegui almoçar antes de ele chorar querendo teta. O anjinho me esperou e isso me marcou muito.
Lá fomos nós, eu e meu companheiro inseparável. Não sei o que seria de mim sem ele. Me deu tanta força que eu só me sentia segura ao lado dele. Para o bloco tive que ir sozinha, levei a anestesia local e até que não doeu tanto assim, acho que já tava calejada. Percebi que levei muitos pontos e esses eram bem apertados para de fato cicatrizar aquilo que já estava tão mexido.
Meu ultimo episódio de dor então foi na retirada dos pontos que foram feitos bem apertados para não correr risco de não fechar e foram retirados um a um. Vi muitas estrelas a cada ponto retirado, mas minha história de sofrimento acabou nesse mesmo dia.

Finalizando...

A ideia de escrever sobre esse episódio longo que durou em torno de três meses foi para tentar ajudar outras mulheres a fazerem escolhas conscientes. Para que essas saibam o quão é importante se informar e se preparar para o parto. Também para desmistificar essa história que cesárea não dói. Não consigo ouvir uma mulher dizer que vai fazer cesárea para não sentir dor, isso é uma falácia, uma triste ilusão.
O que espero é que minha história sirva principalmente para quem ainda tem dúvidas do que é melhor para sua saúde.
Eu não desejava passar pelo que passei e não desejo para ninguém. Procurei tirar aprendizados de tudo que vivi e serviu muito para a minha evolução como pessoa. Hoje confio mais em mim e novamente estou tendo a chance de protagonizar a minha história. Cada vez mais informada e forte tenho certeza de que tudo será diferente.








terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Chá de Bebê do Miguel

 Convite para internet


Convite impresso: marcador de livro
(frente)
 Mod 1   Mod 2   Mod 3   Mod 4   Mod 5   Mod 6 
(verso)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

24/01/12 Ultrassom Morfológica - 23 semanas (Miguel)



Hoje (24/01) fomos novamente ver o nosso menino e realizamos a ultrassom morfológica para saber sobre o desenvolvimento dele que está ocorrendo de forma perfeita.
Nosso anjinho Miguel está com 23 semanas e com 32 cm e 645 gramas.
Estamos muito felizes em saber que ele está se desenvolvendo com muita saúde, é só isso que pedimos todos os dias!
Miguel mamãe e papai te amam d+!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Encontro de Grávida


Encontro de Grávida


Convidamos a todas para participarem de mais um encontro 
de gestantes para compartilhar e trocar experiências que 
possam auxiliar a todas a terem uma gestação tranquila, 
harmoniosa, saudável e segura.

Quando: 22/12/11  
Horário: 14h15 
Mais informações: vanessasilveira@ymail.com

Ps: Quem quiser levar algum alimento para compartilhar, sinta-se a vontade. Sabe como é né, gravidinhas sentem fome.


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Mulher Selvagem



Mulher selvagem é aquela
que confia, ousa e arrisca.
E sabe que seu corpo é capaz
de transformar, abrir e fechar...

Mulher selvagem é aquela que é parte da Mãe Natureza
e com sabedoria deixa fluir
e se entrega aos processos naturais da Terra...

Mulher selvagem é aquela
que ama, cuida e pro ege
a si mesma e às suas crias.
E como uma loba do mato
uiva, perambula
se aquecendo ao sol
se queixando à lua.
Confiante que em seu ventre
seu filho, uma semente,
germina, cresce e floresce.

Mulher selvagem é aquela
que, no momento certo,
mergulha no seu interior
trazendo para fora o filho
gerado, amado,
fruto do seu amor.

Mulher selvagem é aquela
que acredita nos mistérios da vida
e conta est elas.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Encontro de grávidas


Ontem (terça-feira) realizamos o primeiro encontro de grávidas do nosso grupo 

Estávamos entre quatro mulheres, todas mães. Cada uma em um período de gestação: a Reizel com cerca de três meses, eu com quatro, a Priscila com oito meses e a Inti mãe de uma menina de cinco aninhos. Essa diversidade foi maravilhosa, pois proporcionou uma troca de experiência que com certeza contribuiu para todas que estavam ali.

A gestação é um período de intensas transformações e nem sempre sabemos como lidar com elas, ainda mais quando estamos passando pela primeira vez por essa experiência, que é o caso de todas nós.

O nosso grupo está em construção e esse primeiro encontro serviu para que a gente conhecesse melhor a experiência de cada uma. A ideia é que nos encontremos de quinze em quinze dias para conversar e compartilhar, também desejamos propor um assunto a ser tratado antes desse dia para que todas possam pesquisar e trazer suas opiniões sobre o assunto, alem disso pretendemos também assistir a filmes e depois conversar sobre eles. Fora isso coisas novas irão surgir e serão bem acolhidas pelo grupo.

Ainda não pensamos em um nome para o grupo, mas seguiremos mesmo assim, evoluindo e esperando novas mamães que estejam interessadas em dividir suas vivências nesse período tão especial e único na vida de uma mulher.


Nosso próximo encontro acontece no dia 20/12 às 14h15 e todas estão convidadas a participarem.

Interessadas enviem um e-mail para vanessasilveira@ymail.com 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

O Miguel vem ai!

Hoje (28/11) fomos ver nosso baby novamente para saber o sexo. É um meninão, o Miguel vem ai!
Desde o inicio mamãe e papai sentiam que seria um menino e a nossa intuição não falhou!
O Miguel está ótimo, com muita saúde e cada vez mais sapeca!
Te amamos meu filho.



sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Hidroginástica para gestantes é tudo de bom!

Olá, como vocês estão? Nós estamos ótimos.
Começamos essa semana a fazer hidroginástica e estamos bem mais dispostos. O primeiro dia (segunda-feira) foi bem cansativo, hoje é a nossa terceira aula e estamos empolgados.
Entrei na hidro para não ganhar muito peso com a gravidez, manter a saúde e principalmente melhorar o condicionamento físico para a hora do parto. 
Achei que eram super tranquilas as aulas, mas são bem puxadas e a gente sente mesmo o esforço do corpo. Nunca tinha feito e escolhi a hidro por não haver restrições para grávidas saudáveis é claro.


Saibam um pouco dos benefícios da hidroginástica para gestantes:


Por Cristhiane Lobo

A hidroginástica vem ganhando cada vez mais espaço dentro das academias, principalmente para as gestantes, pois traz uma série de benefícios para a mãe e para o bebê.

Cada aula tem um objetivo específico para ser atingido, mas o conjunto das aulas, estará sempre voltado para trabalhar mente e corpo.

Os exercícios incluirão a parte de alongamento, aeróbica, que trabalhará todos os músculos do corpo, dando assim um maior condicionamento físico para a gestante, assim como o fortalecimento de músculos específicos, como os abdominais. Serão feitos também exercícios para dar um melhor equilíbrio à gestante, já que o peso está em demasia na parte frontal.

No trabalho emocional, são dados exercícios respiratórios que visam melhorar a parte circulatória, deixando a gestante mais relaxada, menos ansiosa, ajudando-a a melhorar a auto-estima e o auto-controle. O contato com a água é ao mesmo tempo estimulante e relaxante. A gestante que pratica a hidroginástica tem um sono mais profundo durante a noite. Com tudo isso, o bebê estará sendo favorecido e apresentará um desenvolvimento sadio dentro do útero.

Em geral, as gestantes estão liberadas para a hidroginástica após o terceiro mês de gestação, mas é importante ressaltar, que para iniciar essa modalidade, é preciso de uma autorização do obstetra, o que toda academia ou profissional da área deve exigir. A gestante poderá praticar a hidroginástica durante toda a sua gestação, salvo se a recomendação médica a impedir, como é o caso de gravidez de risco. Poderá também, após o resguardo, voltar a praticá-la, iniciando de modo suave e aumentando gradativamente os exercícios, para que volte rapidamente ao peso e forma que tinha antes da gravidez.

(Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br) Cristhiane Lobo

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

13 seminhas


Nosso baby está crescendo a cada dia, com saúde e recebendo muito amor da mamãe e do papai que estão cada vez mais radiantes de tanta felicidade. 
Essa semana ficamos ainda mais felizes com o começo das mexidinhas, (leves tremurinhas que nosso baby causa na barriguinha da mamãe). É maravilhoso demais senti-lo aqui, se movimentando!
Estou louca para chama-lo pelo nome, mas só saberemos o sexo no dia 28 de novembro.
Nosso palpite é que seria um menino, desde o começo da gestação, mas nos últimos dias sonhei com uma menininha linda que realmente me deixou na dúvida. Quanto aos palpites dos familiares e amigos, podemos dizer que 90% acreditam ser um menino e 10% menina. 
O jeito é esperar para ver!

A gestação agora está mais tranquila, sem muitos sintomas como enjoos e indisposições. Para melhorar ainda mais devemos começar a fazer hidroginástica semana que vem (para saber sobre os benefícios da hidroginástica para as grávidas e os bebês click aqui). Precisamos manter a saúde, o peso e a condição física para ajudar o bebê a se desenvolver da melhor forma possível e ajudar na hora do parto.

Dia 23 temos consulta com o Dr. Alberto que deverá nos acompanhar até o final da gestação, vamos começar a preparar as perguntas para tirar as dúvidas. Depois conto para vocês como foi.

Há hoje temos nosso primeiro ensaio fotográfico que ganhamos de presente no curso de gestante. Pretendemos fazer a cada trimestre, para ficar com um registro de qualidade da nossa gravidez! Depois posto as fotos.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

1º Ultrassom de nosso bebê

Hoje (09/11/11) fomos fazer a nossa primeira ultrassom para ver se estava tudo ok com o nosso bebê.


Essa ultrassom foi feita para verificar a translucência nucal (com o aparelho de ultrassom posicionado no abdome ou na vagina, mede-se o acúmulo de líquido na nuca do feto. O ideal é que esteja abaixo de 2,5 milímetros. O aumento da medida da prega da nuca está associado ao risco mais elevado de síndrome de Down e a outras anomalias cromossômicas. Indicada entre a 11ª e 14ª semana. Isso porque, depois desse período, o volume do líquido se altera e o exame perde sua validade).
Nosso bebê está perfeito e com muita saúde graças a Deus.
Também queríamos saber o sexo, mas estamos com 12 semanas e 1 dia e não com 12 e 5 como pensávamos e por isso o órgão não está totalmente formado. 
Estamos muito felizes com tudo e o amor cresce a cada dia!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

11 semanas de gravidez

Como seu bebê está crescendo 
Seu bebê está todo formado e tem mais ou menos o comprimento do seu polegar. Os dedos das mãos e dos pés já se separaram, e alguns dos ossos estão começando a ficar mais rígidos. 

Agora, além de dar chutinhos, ele também se estica. Parece um peixinho n'água. À medida que cresce, o bebê se movimenta mais, embora você ainda não consiga senti-lo mexer. Outra curiosidade é que, dentro de pouco tempo, ele vai começar a ter soluços. 

Ao longo dos próximos seis meses, a principal tarefa do bebê será crescer, engordar e ficar cada vez mais forte, pronto para a vida fora do útero. 


Essa é a minha barriguinha de 11 semanas


Todos acham minha barriga de 11 semanas enorme, brincam dizendo que vem dois por ai. Será?
O papai nasceu com quase 5 kg, ou seja, existem grandes possibilidades de nosso bebe ser bem grande. 
Agora no próximo dia 9 de novembro temos nossa primeira ultrassom, onde também vamos saber o sexo do nosso baby, não vejo a hora!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O Renascimento do Parto

Lançamento do documentário em longa metragem em março de 2012!


O filme "O Renascimento do Parto" retrata a grave realidade obstétrica mundial e sobretudo brasileira, que se caracteriza por um número alarmante de cesarianas ou de partos com intervenções traumáticas e desnecessárias, em contraponto com o que é sabido e recomendado hoje pela ciência. Tal situação apresenta sérias conseqüências perinatais, psicológicas, sociais, antropológicas e financeiras. Através dos relatos de alguns dos maiores especialistas na área e das mais recentes descobertas científicas, questiona-se o modelo obstétrico atual, promove-se uma reflexão acerca do novo paradigma do século XXI e sobre o futuro de uma civilização nascida sem os chamados "hormônios do amor", liberados apenas em condições específicas de trabalho de parto.

Com a participação especial do cientista Michel Odent, do ator e diretor de cinema Márcio Garcia e sua esposa, a nutricionista Andréa Santa Rosa.

Um filme de Érica de Paula e Eduardo Chauvet

Não deixe que ninguém tire de você o direito de ter seu filho de forma segura e amorosa, sem intervenções (se elas não forem realmente necessárias). Somos capazes de trazer ao mundo nossos filhos de forma natural, empodere-se de seu parto! 
Já estou louca para assistir!!!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

E além de nascer o que de mais bonito ainda haverá...


Nós podemos, fomos preparadas para isso! Vamos confiar mais em nossos corpos!
Deixe de ser coadjuvante e torne-se protagonista em seu parto!
Nada nem ninguém deve ser mais importante do que você mesma nesse momento!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

7 semanas de gravidez

Nosso Bebê está assim: crescendo  

Em tese seu bebê ainda é um embrião, porque tem os resquícios de uma pequena cauda, que vai desaparecer nas próximas semanas. Mas é a única coisa que vai diminuir. 

O coração e o cérebro estão cada vez mais complexos. As pálpebras estão em formação, o nariz já desponta e os braços se dobram nos cotovelos. 

Embora neste momento seja nada mais que uma bolinha, o bebê já se mexe bastante, mesmo sem você sentir. Isso vai mudar dentro de algumas semanas, quando ele for grandinho o suficiente para encostar nas paredes do útero. Aí sim você vai notar os primeiros movimentos do seu filho dentro de você. 

O embrião, que agora tem 1,25 centímetro de comprimento -- mais ou menos o tamanho de uma uva  desenvolveu os dedos da mão e do pé, ainda ligados entre si por uma leve membrana. É um feijãozinho que se mexe o tempo todo e que pula para lá e para cá. 

Fonte: Baby Center 

domingo, 25 de setembro de 2011

Coisinhas do Baby

Nosso Bebê já ganhou vários presentinhos. Está muito cedo para saber o sexo, mas não resistimos em comprar mimos para nosso anjinho ou anjinha. As vovós e vovôs também já estão mimando e muito o tão esperado Baby.











sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Parto Humanizado - Vídeos

Parto humanizado; recuperando la posición vertical


PARTO NATURAL HUMANIZADO - FELIPE LANA TIMMERMANS

Lindo demais assistir a essas mulheres totalmente empoderadas de seus partos. 

Seis semanas de gravidez

Hoje foi o dia dos exames. Pela manhã, bem cedinho fui colher sangue e levar urina para o laboratório, ficarão prontos no dia 03/10 e levo para o médico no dia 14/10 por ai, quando farei minha segunda consulta. 

Escolhi fazer meu pré-natal com o Dr. Alberto Sandes na Santa Casa, mas só vou conseguir me consultar com ele no dia 23/11. 
Essa etapa é muito importante: a escolha do médico. Escolhi o Dr. Alberto por indicação de duas amigas, uma delas é a mãe do meu afilhado que está com sete meses. 

Eu também já escolhi que quero ganhar meu bebe de parto normal e natural, sem intervenções, apenas contando com o trabalho do meu corpo. Aqui em Pelotas não conheço nenhum médico que trabalhe com o parto humanizado, mas para quem mora em POA ou pode ir para lá existe um médico chamado Ricardo Herbert Jones. Em outro post falo melhor sobre o trabalho dele.

O meu objetivo é encontrar aqui em Pelotas um médico que possa permitir que eu transforme a minha experiência de parto em algo mágico, como deve ser. 

Bom, mas o post de hoje é apenas para relatar que estou com 6 semanas e me sentindo muito bem, claro que continuo sentindo sono e cansaço, totalmente normal nessa fase. 

Veja como meu bebê está: 


Desenvolvimento fetal - 06 semanas de gravidez

O embrião está do tamanho de um grão de lentilha esta semana. Se você conseguisse enxergar dentro da sua barriga, veria que o feto tem uma cabeça desproporcionalmente grande em relação ao corpo. 

Os traços faciais do embrião estão se formando, e há manchas escuras no lugar dos olhos, aberturas onde ficarão as narinas e pequenas saliências marcando as orelhas. 

Ainda não dá para ouvir, mas o coração (que está dividido nas câmaras direita e esquerda) está batendo ao ritmo de 150 batimentos por minuto - o dobro do seu ritmo cardíaco. 

No meio desta semana, o embrião começa a se mexer. Mas não tem jeito, você terá de esperar até o segundo trimestre da gravidez para perceber as sessões de ginástica do seu bebê. 

Obs: Segundo os especialistas, cada bebê se desenvolve do seu jeito - mesmo dentro do útero. O objetivo destas páginas sobre desenvolvimento fetal é dar uma idéia geral de como o feto cresce dentro da barriga.

Fonte: BabyCenter Brasil

Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Cansaço e sono

Pode não ser novidade para quem já passou por uma gravidez esse cansaço e sono que estou sentindo, mas parece que falta energia no meu corpo. A gente fica pensando, como pode uma sementinha tão pequenina sugar tanta energia? Mas é claro que existem boas explicações para tudo isso. 
Agora está entendido! Entenda você também porque o inicio e o final da gravidez são tão cansativos e aproveite as dicas para minimizar esses sintomas. 


Ponto principal: o cansaço e o sono avassalador são muito comuns no começo da gravidez. Descanse e durma o máximo que puder. 

Por que estou tão cansada, agora que fiquei grávida? 
Você não está sozinha! A gravidez sobrecarrega todo o seu corpo, daí o cansaço. O sintoma de que as mulheres mais se lembram do começo da gravidez é a constante sensação de exaustão. Até quem costuma ficar acordada até tarde de repente se vê tendo de fazer força para manter os olhos abertos diante do programa preferido na TV, à noite, ou mesmo no cinema. 

Ao longo de toda a gestação, mas principalmente no primeiro trimestre, seu corpo trabalha duro. Você está fabricando a importantíssima placenta, o sistema que sustentará o seu filho. Esse processo só será concluído no final do primeiro trimestre. Seus níveis hormonais e seu metabolismo estão mudando rápido, e ao mesmo tempo as taxas de açúcar no sangue e a pressão tendem a cair. Tudo isso contribui para a sensação de cansaço. 

Quanto tempo o cansaço e o sono vão durar? 
Cada pessoa é diferente, mas nas grávidas o cansaço costuma ser maior no primeiro trimestre e no começo do segundo trimestre. O bom é que lá pela metade do segundo trimestre você deve sentir uma injeção de energia, suficiente para durar até o terceiro trimestre. É o momento ideal para aproveitar a gravidez e tomar conta de todos os preparativos para a chegada do bebê. Depois do sétimo mês, seu nível de energia deve começar a cair novamente. 

O que posso fazer? 
• Ouça o que seu corpo está pedindo. Tente tirar sonecas sempre que puder, e faça de tudo para ir para a cama cedo. No trabalho, fechar os olhos por alguns minutos já faz diferença -- se você tiver a sorte de ter algum lugar onde possa descansar um pouco, aproveite. Algumas grávidas apelam até para um descanso rápido dentro do carro, se ele estiver num estacionamento seguro, ou para um descanso instantâneo de cinco minutos no banheiro mesmo. 

• Tente adaptar seu cotidiano. Veja se existe a possibilidade de mudar seu horário para escapar do trânsito mais pesado ou do calor. Se já tem filhos, aceite ajuda de outras pessoas para tomar conta deles, para que você possa descansar um pouco e dormir. 

• Tome cuidado com a alimentação. Você vai precisar de cerca de 300 calorias extras por dia e não estamos falando de chocolate. Uma dieta saudável, composta de legumes, verduras, frutas, grãos integrais, leite desnatado e carnes magras vai lhe dar a energia de que você tanto precisa; comidas gordurosas e doces demais, por outro lado, acabam sabotando sua disposição. 

• Aguente firme e tenha paciência. Logo você estará no segundo trimestre e voltará a ter energia. A maioria das mulheres acha o período entre o quarto e o sétimo mês o melhor de toda a gravidez, em que se sentem ótimas. Não se esqueça de que fabricar um bebê é um trabalho e tanto, portanto, se achar que precisa dormir, faça de tudo para arranjar tempo e fechar os olhos, nem que só por alguns minutos.

Fonte: BabyCenter Brasil

Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Fraldas de pano, ecologicamente corretas

Estamos apenas com cinco semanas, e é difícil saber por onde começar. Tantas coisas para pensar, para comprar, para decidir. Quando se é marinheiro de primeira viagem complica ainda mais, mas com calma e confiança tudo vai se acertando.

Esses dias o Igor (papai do ano), achou na internet uma possibilidade bem legal para não poluir a natureza e tentar fazer as coisas de forma mais natural. São fraldas de pano, mega modernas. Para gente foi uma novidade. 


Exitem vários sites que vendem: 

A opção das fraldas de pano consiste em uma atitude mais sustentável uma vez que sua produção não implica o abate massivo de árvores e  não gera a enorme quantidade de lixo produzida pelas fraldas descartáveis.
Durante os 2 primeiros anos de vida, um bebê utiliza de 3. 000  à 5. 000 fraldas descartáveis e sua decomposição pode demorar até 450 anos. Um bebê utiliza em média 124 fraldas descartáveis por mês.

A escolha das fraldas de pano permite também uma poupança econômica ao mesmo tempo incentiva nossa economia local e as práticas de negócios sustentáveis, pois apenas 20 fraldas tamanho único suprem a necessidade de uso desde o bebê recém nascido até o desfralde.

Até o início dos anos 80 a grande maioria dos bebês utilizava somente fraldas de pano. Hoje, devido à busca de praticidade de pais e mães ocupados, a venda das fraldas descartáveis correspondem a mais de 90% das vendas no Brasil.

A fralda de pano permite que a pele delicada do bebê não fique em contato com substâncias químicas e nocivas .

As fraldas de pano modernas oferecem praticidade, beleza e conforto para seu bebê.